Cultura Maker: como sua escola pode se beneficiar do uso de atividades maker - ZOOM Education

Cultura Maker: como sua escola pode se beneficiar do uso de atividades maker

O modelo tradicional de ensino tem se mostrado cada vez mais obsoleto e desmotivador, especialmente para os estudantes. Afinal, em uma sociedade tecnológica, o conhecimento fica cada vez mais democratizado. A revolução digital e a facilidade com que a população consegue acesso a diferentes recursos tecnológicos promovem um incentivo a criação e ao compartilhamento de novos projetos e conhecimentos.

Por esse motivo, o perfil dos estudantes mudou e, hoje em dia, os alunos não aceitam com a mesma facilidade um sistema de ensino onde o papel que eles representam é de meros espectadores. 

Considerando esse cenário, promover uma interação maior entre os professores, os estudantes e o ambiente acadêmico é um dos principais desafios dos gestores da área. No entanto, encontrar a solução para esse problema nem sempre é uma tarefa fácil.

É preciso criar entre gestores e educadores uma consciência sobre a importância da inserção da cultura maker, por meio de atividades maker dentro e fora das salas de aula. Mas, antes de qualquer coisa, é preciso compreender melhor o papel que esses dois conceitos representam para o campo educacional.

Ficou interessado nesse assunto? Então continue acompanhando a leitura deste artigo preparado especialmente para você e saiba mais sobre:

  • Por que o sistema de ensino precisa mudar;
  • O que é cultura maker e o seu papel na educação;
  • Principais vantagens das atividades maker;
  • O que é e como funciona o programa educacional Jornada Z.

Por que o sistema de ensino vigente precisa mudar?

De acordo com uma pesquisa desenvolvida pelo World Economic Forum de 2016, 65% das crianças de hoje vão exercer profissões que ainda não existem. Além disso, algumas profissões podem deixar de existir daqui a algum tempo.

Nesse contexto, é natural que os responsáveis por esses jovens procurem instituições de ensino que sejam altamente qualificadas para preparar os alunos para esse futuro cada vez mais presente.

Ou seja, as escolas e os profissionais da área precisam investir o quanto antes em novas metodologias de ensino que contribuam para a formação de profissionais capazes de enfrentar um mercado de trabalho cada vez mais exigente.

Afinal, além dos conhecimentos técnicos e específicos da área de atuação escolhida, os recrutadores estão cada vez mais de olho em profissionais que possuem características como: criatividade, proatividade e empreendedorismo, que são desenvolvidas em ambientes onde a “cultura do fazer” predomina.

Afinal, o que é cultura maker?

Antes de pensar nas atividades maker é fundamental entender o conceito de cultura maker, que deriva do movimento Do It Yourself (faça você mesmo). Em um campo mais aberto, essa metodologia prega que qualquer pessoa possui a capacidade para criar ou consertar objetos e estimula o compartilhamento de conhecimentos.

No contexto educacional, a metodologia tem o objetivo de colocar o aluno no papel de protagonista de seu próprio processo de aprendizagem e desenvolvimento intelectual. Na prática, incentiva o trabalho em grupo, a interdisciplinaridade, o aprender fazendo e a aprendizagem ativa.

Vantagens das atividades maker e Jornada Z

As escolas que possuem uma cultura maker utilizam um sistema de ensino que prioriza o aprender fazendo, metodologia que estimula a aquisição de novos conhecimentos por meio de experiências práticas, como as atividades maker.

Nesse sistema, os alunos utilizam conhecimentos prévios para promover a resolução de um problema, que pode ser proposto pelo professor ou mesmo discutido em grupo, de forma concreta. Esse cenário possibilita um trabalho colaborativo, desenvolve competências socioemocionais e coloca o aluno no centro de todas as etapas que envolvem o processo de ensino-aprendizagem.

Além disso, a adoção da cultura maker e das atividades maker no ambiente escolar faz com que as escolas que utilizam esses sistemas de ensino saiam na frente no mercado educacional.

As escolas que incentivam os alunos a colocarem a “mão na massa” demonstram um alto nível de conhecimento sobre as principais tendências do futuro. Dessa forma, conseguem atrair novos alunos porque estão mais preparadas para atender às demandas trazidas pelos pais e responsáveis desses estudantes.

É preciso lembrar que a inserção de uma cultura maker e da aprendizagem ativa nas escolas implica em mudanças no sistema educacional e nas metodologias de ensino que são utilizadas hoje em dia.

Com base nas novas práticas de ensino e aprendizagem, e também no conhecimento adquirido por anos de experiência no mercado, a ZOOM education for life criou o Jornada Z, que é baseado na introdução da cultura maker e das atividades maker no campo educacional.

O que é o Jornada Z?

O Jornada Z é um programa educacional que utiliza a metodologia do aprender fazendo dentro e fora das salas de aula. Essa metodologia tem o objetivo de desenvolver nos jovens (crianças e adolescentes) as habilidades necessárias para que eles possam viver em um mundo cada vez mais exponencial.

Com o programa Jornada Z, as salas de aula viram ambientes onde os alunos são estimulados a:

  • Refletir;
  • Observar;
  • Registrar;
  • Pesquisar;
  • Comparar;
  • Argumentar;
  • Levantar hipóteses.

Dessa forma, os estudantes se tornam capazes de encontrar as melhores soluções para situações-problema, o que possibilita um avanço significativo em seus próprios conhecimentos.

O programa Jornada Z tem o propósito de criar um ambiente holístico nas escolas. Isso significa compreender os fenômenos que envolvem o processo de ensino-aprendizado em sua totalidade.

Cultura maker nas escolas: uma demanda fundamental

De modo geral, a cultura maker nas escolas é responsável por despertar nos alunos os principais interesses e habilidades (liderança, proatividade, especialização) que serão indispensáveis para o mercado de trabalho no futuro.

Um ambiente escolar que valoriza o aluno como o protagonista do processo de ensino-aprendizagem, que incentiva o colocar a “mão na massa” e que estimula o desenvolvimento de atividades maker durante todo o processo de aprendizado é, sem sombra de dúvidas, o futuro da educação.

As escolas que adotam esse tipo de metodologia de ensino estão mais preparadas para atender às demandas dos pais, responsáveis e dos próprios alunos que procuram um ensino qualificado, humano e com um bom olhar para o futuro.

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Por: Zoom Education